visualizaciones de letras 55

Milonga de Campo, Estrada e Galpão

Clênio Bibiano

Milonga por falquejada
C’este cheiro de galpão
Que se arranca do violão
Pensa que é dona da sala
Vai se jujando com a sala
Pelo chergão e maneia
E quem sabe cabresteia
Depois da primeira esfrega
Mas senta forte se nega
Se manda macega a fora
Despedaçando as esporas
Com a alma e a rima se entrega

Milonga véia aporreada
Fez sua morada na cinchas
E por vezes sai da guincha
Da morena apaixonada
Anda campeando na estrada
Algum assovio clarim
Volteando ao redor de mim
Pra amadrinhar algum verso

Faz parte desse universo
De campo, estrada e galpão
Palanqueada no violão
Amigo com quem converso

No canto de um índio quebra
Toda milonga tem cara
De campo, estrada e galpão
Quando a vida se escancara

Milonga véia aporreada
Fez sua morada na cinchas
E por vezes sai das guinchas
Da morena apaixonada
Anda campeando na estrada
Algum assovio clarim
Volteando ao redor de mim
Pra amadrinhar algum verso
Faz parte desse universo
De campo estrada e galpão
Palanqueada no violão
Amigo com quem converso

No canto de um índio quebra
Toda milonga tem cara
De campo, estrada e galpão
Quando a vida se escancara

Escrita por: Rodrigo Ross Duarte / Mateus Neves Da Fontoura. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Clênio Bibiano y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección