Milonga de Campo, Estrada e Galpão
Clênio Bibiano
Milonga por falquejada
C’este cheiro de galpão
Que se arranca do violão
Pensa que é dona da sala
Vai se jujando com a sala
Pelo chergão e maneia
E quem sabe cabresteia
Depois da primeira esfrega
Mas senta forte se nega
Se manda macega a fora
Despedaçando as esporas
Com a alma e a rima se entrega
Milonga véia aporreada
Fez sua morada na cinchas
E por vezes sai da guincha
Da morena apaixonada
Anda campeando na estrada
Algum assovio clarim
Volteando ao redor de mim
Pra amadrinhar algum verso
Faz parte desse universo
De campo, estrada e galpão
Palanqueada no violão
Amigo com quem converso
No canto de um índio quebra
Toda milonga tem cara
De campo, estrada e galpão
Quando a vida se escancara
Milonga véia aporreada
Fez sua morada na cinchas
E por vezes sai das guinchas
Da morena apaixonada
Anda campeando na estrada
Algum assovio clarim
Volteando ao redor de mim
Pra amadrinhar algum verso
Faz parte desse universo
De campo estrada e galpão
Palanqueada no violão
Amigo com quem converso
No canto de um índio quebra
Toda milonga tem cara
De campo, estrada e galpão
Quando a vida se escancara



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