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Contando Bicicletas
Sempre quis matar o tédio
Mas nunca quis matar a fome por conhecimento
Não vejo nem saídas de emergência por aqui
Se paro pra refletir bem
Vejo que nunca fui muito de prestar pr’alguma coisa
Penso até em desistir
Mas isso também não faz muito o meu estilo
Em meio à multidão
São e sem um arranhão
Mas cadê
Cadê a minha cabeça?
Sempre por caminhos tortos
Venho eu cambaleando
Procurei não encontrando
Nada que prestasse por aí
Mas se um dia sugerir
Que nunca contribuí
Vou morrer
De rir
Escrita por: Luiz Felipe Fonseca. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Luiz. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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