Lagrimas de Iansã
Daniel Yoruba
Ogum
Vem desatar os cativeiros
Consola o preto velho aflito
Correntes em seus tornozelos
Se a vida passa eu quero ser
Vento que ultrapassa a grade
E passa pelo carcereiro
Se a vida passa eu sou um vento
Que seca as lágrimas
Poderosas de Iansã
Ogum
Chora, chora chora
Chorava, mas não chora mais
Eparrei
Chora, chora, chora
Chorava, mas não chora mais
Lerelere
Vim pra saudar
Os cativeiros de aruanda
Yoruba na guerra vence a demanda
Yoruba na guerra vence a demanda
Lerelere
Saudade
Lugar frio de se viver
A tristeza a florescer
No Jardim do peito
Saudade
Lugar frio de se viver
A tristeza a florescer
No Jardim do peito
Sou um beija flor
Em primavera amarga
Lágrimas de mãe são espadas
Desembanhadas pelas mãos de Ogunhê
Ai, de quem o sangue derramar
A liberdade privar
Ai, de quem o sangue derramar
A liberdade privar
Eu sinto pena
Das asas que não têm pena
E impedem outras asas
De voar
Lerelere
Eu sinto pena
Das asas que não têm pena
E impedem outras asas
De voar
Lerelere



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