A Nova Bala Perdida
Decreto: Livre!
Eu levanto de manhã digo olá pro mundo e tudo se desfaz
Caminho pelo jardim mudo que está todo enferrujado
Vejo as paredes com seus rostos distorcidos
E agradeço a meu ego não reclamar deste tempo maldito
Tento levantar a cabeça mas não é tão simples
Com algo alojado no peito que se contradiz
Passo o dia escrevendo cartas a mim mesmo
Procuro algo pra me consolar e desisto por ser simples de encontrar
Escuto alguma nova e aplico o seu sentido
Troco a humildade por humilhação e destruo todas as provas
Bendita bala perdida
Bala esta que me trouxe a vida
Bendita bala perdida que seu caminho seja esquecido minha amiga
A matemática me prova que o errado está certo
Que o importante não é como chegará e sim como saiu
Minha casa está cheia eu me impossibilita pensar
E minha cama tão vazia e justo ela não deveria ficar
Carros a minha volta, móveis tão diferentes
Portas assinadas retratos destruídos
São recordações de um tempo que eu preferia não conhecer
E agora que já passei é o que me resta
Eu abro a janela e espero a chuva me consumir
Imagino que meus pecados se vão pra bem longe com ela
Invento uma decisão e convenço a mim
AbAixo e resgato minha moral, mas já é tarde demais.



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