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Chuva de Espera

Délcio Tavares

A chuva chegou em pingos de espera
Tua mão de quimeras que chegam à tarde
A luz da consciência as vozes de dentro
Queimando no centro, silêncios de alarde

O ruano estradeiro de orelhas alertas
Ao trote desperta lembranças dormidas
Sair pra voltar trazendo consigo
Além do perigo a prenda querida

O vento dobrava a melena dos pastos
Rangido de bastos
Chapéu desabado
A noite chegando o dia saindo
E a chuva caindo no poncho encharcado

O murmúrio das sanga à sombra do mato
Na mente o retrato do sonho perfeito
A moça Maria sacrário da sina
Adeus à menina estampada no peito

Por fim o rangido no fim do caminho
Pelegos pro ninho de sonho e querer
A vida desperta os sonhos floridos
E sonhos perdidos eu quero esquecer

O vento dobrava a melena dos pastos
Rangido de bastos
Chapéu desabado
A noite chegando o dia saindo
E a chuva caindo no poncho encharcado

Escrita por: Arabi Rodrigues / Délcio Tavares / Jose Luiz Dos Santos. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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