
Vozes do Silêncio
Délcio Tavares
Quando um sonho novo acorda comigo
Seguindo meus passos aqui no presente
Reabre uma porta de um silêncio antigo
Que ficou guardado no subconsciente
Os olhos vagueiam pra longe de tudo
Que a gente conhece num mundo terreno
Coração enxerga sem ver tartamudo
A grandeza imensa do meu ser pequeno
Nas águas a mente se banha
Nas ondas se veste de vento pras folhas caídas
E o corpo cansado das noites de rondas
Vai desvanecendo nos braços da vida
Com a luz a distância parece mais longe
A vista se perde quando o ver acalma
A paciência segue um silêncio de monge
E as vozes se calam pra rever a alma
Nesses dias lindos de contar o tempo
Espero o momento de ser teu carinho
Sonhando contigo teu vulto contemplo
Nessas horas longas de ficar sozinho
Nas águas a mente se banha
Nas ondas se veste de vento pras folhas caídas
E o corpo cansado das noites de rondas
Vai desvanecendo nos braços da vida



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