
Tinta e Agulha
Depois da Tempestade
Me diz porque não me olha no olho,
Só enxerga as marcas que eu tenho pela pele?
Será que sua crença te cegou,
Ou põe seu preconceito no nome do criador?
Alguém sem cicatrizes é mais competente que eu
Pra ser o proletário da sua empresa de quinta?
Eu arregaço as mangas,
Não tenho mais vergonha de me expressar
Não são mais eles que me escolhem,
Eu que escolho onde vou trabalhar
Não há porque me julgar diferente só porque tenho tinta
Em minha pele. Tinta em minha pele
Seu preconceito só te afoga a cada dia
E dói mais do qualquer agulha em mim
Eu sou o senhor do meu corpo,
O meu corpo é o templo da minha alma.
Não há porque me julgar diferente só porque tenho tinta
Em minha pele. Tinta em minha pele
Seu preconceito só te afoga a cada dia
E dói mais do qualquer agulha em mim



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