
Renasce Sepé Tiaraju
Desidério Souza
Dobram-se frágeis ao vento maduros trigais em tendão
Que não refletem a imagem de um povo bravo e guerreiro
Estes jamais dobrarão a exploração estrangeira
Nos braços abertos da cruz reluz o calor do embate
Por terras cubiça e divisas a muito que se combate
Nos braços abertos da cruz reluz o calor do embate
Por terras cubiça e divisas a muito que se combate
É bala do rei da Espanha da lança de Portugal
Junto ao corpo missioneiro defensor de um ideal
Renasce sepé tiaraju nos sinos da catedral
A utopia de um povo na bravura ancestral
Pra viver em liberdade e igualdade social
Pra viver em liberdade e igualdade social
Suaves canções guaranis sapucais da tropa em guerra
São memorias nas coxilhas dos ditames desta era
Hoje trançam seus balaios e perambulam em espera
De migalhas em migalhas sem identidade ou quimera
Sem a menor resistência para reaver sua terra
De migalhas em migalhas sem identidade ou quimera
Sem a menor resistência para reaver sua terra
É bala do rei da Espanha na lança de Portugal
Junto ao corpo missioneiro defensor de um ideal
Renasce sepé tiaraju nos sinos da catedral
A utopia de um povo na bravura ancestral
Pra viver em liberdade e igualdade social
Pra viver em liberdade e igualdade social



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