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Rio Vermelho

Divino e Donizete

Nas águas do rio Vermelho
Já derramei meu pranto de dor
Nas praias do rio Vermelho
Onde mora o meu amor

A paixão e a saudade
No meu peito fez morada
Um grande amor proibido
É a minha cruz pesada

Quem eu amo já tem dono
É feliz e é amada
Numa estrada sem saída
Vou chorar na despedida
A razão da minha vida
É uma mulher casada

Nas águas do rio Vermelho
Já derramei meu pranto de dor
Nas praias do rio Vermelho
Onde mora o meu amor

Entre a cruz e a espada
Numa estrada tão comprida
Se eu tiver uma chance
Nesta paixão proibida

Pra viver com quem eu amo
Eu arrisco a minha vida
A minha paixão é louca
Mas minha sorte é pouca
Não posso beijar a boca
Dessa mulher proibida

Nas águas do rio Vermelho
Já derramei meu pranto de dor
Nas praias do rio Vermelho
Onde mora o meu amor

Por essa paixão errada
Já perdi noites de sono
Eu preciso ir embora
Vou viver no abandono

Esse amor só me judia
Me tornei um rei sem trono
Pra paixão não me matar
Então preciso conformar
Não adianta desejar
A mulher que já tem dono


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