Ninguém Estava Lá
Dorea
A estrela que brilha é a mesma que cai
Um dia um rosto estranho falou
Na escuridão de uma avenida
Sem sombra de vida, a história termina
No mesmo lugar de onde principia
Ainda ecoa no ar o peso do que se ouvia
Quando abrem cortinas, olhos encantados
Também se apagam ao show acabado
E no camarim escuta-se aplausos
Com todo o teatro esvaziado
Em passos para trás, a casa nunca chega
Vem a porta de um farol de uma velha fortaleza
No alto da torre o mar anuncia
O medo que traz sua rebeldia
Uma onda vem, uma pedra vai
E o olhar do estranho já se perdia
O mesmo lugar, a mesma fantasia
É que ninguém estava lá, onde todo o povo vivia
Ninguém estava lá para testemunhar
Ninguém estava lá para viver



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