
Ficção Urbana
Elétron
Hoje à noite vai tentar ser
Como em tantas outras
E eu de tanto o meu estado incerto
Agora espero, agora desconfio
Andando nas ruas não vejo ninguém
Só muita miséria e pouca diversão
O eclipse engoliu a metade do caminho
Na madrugada eu em cada esquina
Às vezes vejo minha morte
Sempre vejo minha morte
Mas tanto faz
As estrelas um dia caem
Ruas escuras cheiro de flores mortas
Tudo é seco e sujo
Em cada canto todos dormem por aqui
Somos selvagens, tão selvagens
Que as belezas deste paraíso insensato
Estão só apenas num retrato
De um catálogo de mentiras e mentiras



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