
Guetos
Élio Camalle
Deixe-me só, na solidão
De uma nuvem negra, de um tufão
Meus ventos querem soprar em vão
E vão derrubar a casa mais bela
Meus mares vão inundar favelas
Os sentimentos mais puros
Que habitam os meus guetos, morrerão
Deixe-me só, sem Gabriel e sem satã
Insensatez, sem talvez, sem amanhã
Só eu e o meu coração
Deixe-me só, na solidão
De um astro qualquer na escuridão
Brilhando sem motivo algum
Só pra compor o movimento
Mudo e preciso das coisas que são
Sos na imensidão dos espaços vazios de sons
Deixe-me só, sem Gabriel e sem satã
Insensatez, sem talvez, sem amanhã
Só eu e o meu coração



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