
Flores de Pedra (parte 1)
Engrenagem Urbana
Falo de vidas e vigas que sustentam sonhos
E a quem diga que o que eu falo não é belo
Em meio a tanto teto ferro aço chão e cobre
Haste poste fendas frestas e mazelas
Delas belas e breves historias em comum
O laranja reina sobre o horizonte a tarde
Parte do meu ser novamente se alegre
Todo meu querer de repente se solta
Ai eu me afogo num copo de cerveja
Enquanto vejo a população com pressa
Seguem para casa sem puxar conversa
Pacato cidadão cansado a beça
Cara fechada propicio a reclamação
Flores de pedra somos eis aqui essa questão
Jardim da frustração regado a fel e sal
Porque a vida segue sem previsão no final



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