Dançando Na Fogueira
Eriko Alvym
Nenhum acorde redondo do violão se compara
À selvagem arrancada da motocicleta
Na avenida brasil do sonho do verão permanecido
Toda lembrança é uma presença aquecida
Sanfonas cilindradas urram contrabandos atlânticos,
Anjos de asas metálicas enterram ossos embaixo do trono do sol,
Enquanto pistoleiros separam borboletas das cores
Bons artistas são bandidos primorosos e ninguém o próximo socorre
Mais do que o desejo a espada é o olho louco,
O carro inaugural é a fera pintada de luxo exótico
Pois só o canalha sabe o caminho
A ponto de grudar a silhueta na porta
Extorquindo planos de quem já nem sorri por conveniência
Porque eu larguei cavalo e caravela
E não quero mais saber nem do bode a cara nem do processo
Porque senti na sua boca o sonho de uma flor
Que só na manhã se abre,
E nunca mais deixo você
Ainda que seja o meu amor dançando na fogueira
O sacrifício que mantém a sua alma incólume



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