
Brejeiro (Segunda Versão)
Ernesto Nazareth
Um cavaquinho, uma flauta
E um violão!
Uma seresta, embalando
O coração
Um seresteiro plangente
A cantar!
Dizendo coisas de amor ao luar
Pra sua amada que dorme
E que sonha, despertar
Vagueia a Lua, lá
No céu a espiar!
Sente ciúmes da seresta ao luar
E quando a amada
Decide entregar!
Seus lábios quentes
Querendo beijar
A Lua errante se esconde
E começa a chorar
Brejeiro de Nazareth
Que chorinho gostoso
Que sensação!
Brejeiro é seresteiro e
É bem brasileiro
Do meu coração!
Brejeiro que empolga as
Noites compondo romances na cerração
Brejeiro, teu nome sagrado
Eu guardo no fundo do meu coração!



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