
Fazendo Serão
Fabrício Luíz
Credo em cruz meu santo antônio
Que bicho medonho essa “muié”
Me xinga de dia, me xinga de noite
Quando encilho o pingo, já arma um banzé.
“Muié” matreira deixa de manha,
Não te assanha, fica na tua,
Sou lagartixa que solta a cola,
Enquanto tu “olha” eu pego a rua.
Saio de fino rumo ao “povoeiro”
Fandango campeiro, velha mania.
O pingo já sabe o rumo do entrevero,
Saio de noite e volto de dia.
Na volta é um Deus nos acuda
Meu santinho ajuda nessa confusão
Brava que nem mamangava
Me xinga de tudo e cobra explicação
“Muié” eu tava trabalhando
Me judiando, fazendo serão.



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