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Celeste

Falso Nove

Quando o chão da eira estremeceu
Quando o chão da eira estremeceu
A serra foi lugar do amor que desmorreu
Foi porque o teu olhar tocou no meu

Nos passos que dei, segurei a tua mão
Nos passos que dei, segurei a tua mão
E o Deus que te levou fez do caminho solidão
Agora a tua memória faz tremer o chão

O meu pouco era teu
Mãos apertadas, desgarradas pelo breu
E que me ensombres com as nossas estórias
Já só do sonhador
Que não é mais
Hoje acordou menor

As pedras da calçada estão cheias de nós
E o tempo que passou já gastou a minha voz
Deixaste a memória, flor que engana o olhar
Tudo o resto agora é vão, canção do meu desabitar

O meu pouco era teu
Mãos apertadas, desgarradas pelo breu
E que me ensombres com as nossas estórias
Que o mundo já esqueceu
Já não sou mais, o céu em mim morreu

As pedras da calçada estão cheias de nós
As pedras da calçada estão cheias de nós

Escrita por: Afonso Lima / Francisco Leite / Francisco Marcelino / Mateus Carvalho. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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