
No Jardim de Oliveiras
Feliciano Amaral
Teu querer não o meu seja feito oh Senhor
No jardim de oliveiras rogou
Numa noite silente orvalhada de dor no jardim de oliveiras chegou
E com sua alma ardente entre angústias e horror de joelhos o Mestre ficou
No jardim de oliveiras Jesus se prostrou
De joelhos ao Pai suplicou
Teu querer não o meu seja feito oh Senhor
No jardim de oliveiras rogou
Toda a culpa do mundo levou sobre si
Quando lá no jardim se prostrou
E este cálice amargo terrível cruel
Vê o bom Pai afastar-se e implorou
No jardim de oliveiras Jesus se prostrou
De joelhos ao Pai suplicou
Teu querer não o meu seja feito oh Senhor
No jardim de oliveiras rogou
Quando o amor de minh'alma atingiu o ideal
Pelo qual tanto o Mestre penou
Em oração meu seja o querer afinal
No jardim de oliveiras rogou
No jardim de oliveiras Jesus se prostrou
De joelhos ao Pai suplicou
Teu querer não o meu seja feito oh Senhor
No jardim de oliveiras rogou



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