
Meridianos
Fernando Motta
Me dá a cara
E não as costas
Pra me dobrar
É o que vale mais
E o relativo
É o que te sobra
Pra se escorar
Nas circunstanciais
Naquele dia em que você me disse que em breve eu também ia me fuder
Naquele dia em que você resolveu me dizer
O que já pensava há mais de meio ano
Eu confesso que eu também vinha pensando
Naquela porrada de planos
Que envolviam eu e você
E nós dois rodando nos meridianos
Parceria pra quê?
Amizade pra quê?
Eu e você
E nós dois rodando nos meridianos
O que aconteceu com nossos planos?
E agora vai dizer
Pros outros que não foi você
Que dormiu com a menina
Apenas numa circunstância
E que você não é mais esse cara que faz essas merda
E não sei mais o que
Ah, você já fez a merda
Agora assume e engole
Seu orgulho
Me dá a cara e não as costas pra me dobrar
E que ironia, não me convenceu
E a circunstância é que você sempre se embrulhou
É o que vai restar
Do que se afundou
Naquele dia em que você me disse que em breve eu também ia me fuder
Daquele dia em que você resolveu me dizer
O que já pensava há mais de meio ano
Eu confesso que eu também vinha pensando
Naquela porrada de planos



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