Descrença
Fernando Santos Cunha
Mulher tu sabe que um dia eu endoido
Ri me de Deus e do bem do mundo todo, da desgraça da dor
Do olhar das Virgens das cismas dos sábios
Bebendo vil na taça dos teus lábios o absinto do amor
O teu olhar cegou me um dia, após a febre sensual da orgia
Após um beijo delirante no teu lábio purpúreo e palpitante em
Doloroso afã
Ah! Nesse dia em soluçante anseio
Nesse dia meu céu era teu seio, e meu Deus era Satâ!
Doido arrojei das dúvidas na poeira
Minh'alma e com Cristo à cabeceira
O rir do sonho de Dom Juan
Pobre sonhos meus, a prece a calma as ilusões a crença
Ó mágoa ó pranto ó febre ó febre intensa
Deus o próprio Deus



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