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Caipira de Verdade

Firmino Alves

Meu ranchinho beira chão
Feito lá no cafundó
Lá no fundo de um grotão
Amarrado com cipó
Lá tem agua cristalina
E não tem calor do sol
Oi, e não tem calor do sol

Trabalho no meu roçado
De segunda a sexta feira
Pra fazer uma canção
A viola é companheira
Quando eu vou numa festança
Lá canto a semana inteira
Oi, lá canto a semana inteira

Com a viola no peito
Defendo a música raiz
Se me chamam de caipira
Me sinto muito feliz
Eu levo a vida cantando
Foi o destino que quis
Oi, foi o destino que quis

Do peito de um trovador
É que sai moda de viola
Pra escrever uma canção
Já tem ela na cachola
Quando ele quer cantar
Pega o pinho e não enrola
Oi, pega o pinho e não enrola

Já estive em muitas paragens
Junto com meu companheiro
Cantando moda de viola
Pois somos bão catireiro
Fazendo tremer o chão
Por este Brasil inteiro
Oi, por este Brasil inteiro


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