
Sangue da Terra
Flávia Wenceslau
Meu barco de vela, meu céu de aquarela
Me falem de perto deste horizonte
Me diga da vida, que eu ouço do tempo
Do céu que revela o caminho e a ponte
Geleiras distantes derretem na calma
Do vento que sabe os segredos da alma
Milenios, montanhas que sobem comigo
Que vibra no leito do meu coração
A vida é um rio perene, sincero
Na força do lastro da embarcação
No meio do caminho a falta e a fonte
Meu barco de vela me traga e me conte sem dor
Que eu preciso de amor
Que eu preciso ainda amar
O sangue da terra é o mesmo que corre
Nas veias humanas e a minha fronte
Carrego o semblante de tantas jornadas
Me fale de perto deste horizonte
Ainda que o mundo procure sentido
São mãos calejadas que levam o andor
E eu preciso de amor
Eu preciso ainda amar



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