
Magia da Milonga
Flávio Hansen
Quando a espada do verso sangra a guitarra em seu fio
Todo o silêncio disperso murmura acordes de rio
E o vento canta nas sangas O pôr de Sol das cigarras
E a noite se faz milonga no braço desta guitarra
Toda vez que a poesia pede colo ao violão
Acontece essa magia, o sonho vira canção
O poema veste o pala destes acordes campeiros
E a pampa inteira resbala dos dedos do guitarreiro
Talvez por isto quebrando estas milongas em flor
Que nos alumbram de encantos no canto do cantador
Nesta magia sonora a alquimia é tamanha
A melodia que chora na poesia que sonha
As palavras ganham asas para voar no papel
Na harmonia que vaza dos dedos do menestrel
Talvez por isto quebrando estas milongas em flor
Que nos alumbram de encantos no canto do cantador



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