Vaqueiro Guerreiro
Forró Balaio de Gatos
Ê, ê, ê, ehô vida de vaqueiro!
Ê, ê, ê, ehô é ser sempre um guerreiro!
Eu fico lembrando, com dor no coração
Quando a seca castigava
Ou castiga meu sertão
Eu levava minha boiada, pros lados do Sul
Pra não ver meu gado, comido por urubus
Ê, ê, ê, ehô vida de vaqueiro!
Ê, ê, ê, ehô é ser sempre um guerreiro!
É nessa hora, que dói no coração
De qualquer vaqueiro, que vive no sertão
Cuidando do gado, com muito amor
Mas quando a seca vem, tudo perde o seu valor
Ê, ê, ê, ehô vida de vaqueiro!
Ê, ê, ê, ehô é ser sempre um guerreiro!
Eu vou aboiando, mas ficando o coração
Tanto tempo dedicado
Dessa vida pelo gado
E ver tudo ser tirado
Do suor de nossas mãos



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