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Caminho Escuro
Francisco Petrônio
Quanto, quanto eu pedi aos céus
Que perdoe o meu pecado
Porque não te devo amar
Quantas, quantas vezes angustiada
Me disseste tristemente
Que este amor não pode ser
Que caminho escuro
Que tortura interminável
Vidas que jamais poderão unir-se
Sem que o mundo nos acuse
E condene o nosso amor
E tudo isto, a mim mesmo
Repeti mil vezes mil vezes
Porém nunca eu tive a coragem
De dizer que me deixes
Que caminho escuro
Que tortura interminável
Vidas que jamais poderão unir-se
Sem que o mundo nos acuse
E condene o nosso amor
Escrita por: Paulo Augusto / Wully Samperio Ruiz. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Nelson. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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