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No Tempo do Vovô
Francisco Petrônio
Foi no tempo do vovô
E era mais leal o amor
Para declarar à moça
O bom rapaz dava-lhe flor
Não era como hoje é
E um rapaz qualquer beijar
E ainda diz na gíria
Tô nessa boca, o que que há?
Meu avô pagava o pato
Quando ia namorar
O meu bisavô, no meio dos dois
Não arredava os pés nem pra coçar
Jogando escopa a duzentos réis
Com o futuro genro até as nove e dez
Depois dizia rapaz: “hoje terminou
Volte que amanhã, tem dominó”
E assim o avô saia de lá
Sem falar com minha avó
Escrita por: Dilermando Reis / Jose Fortuna. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Nelson. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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