
Reflexões de Butiquim
Galvão
Eu neste bar a pensar, ao fim do dia
Ser capaz que sobrem dedos nestas mãos
Para contar futuros carnavais
Mas se o futuro, dizem, a Deus pertence
Lanço fora esta cisma recorrente
Que felizmente não convence
Peço ao garçon que me traga uma gelada
Para olhar toda essa gente
Bem aqui ao meu redor
Que foi cedo pro trabalho
Deu um duro e agora volta
Volta e meia para casa descansar
E amanhã, tudo, tudo, tão igual
Que não sei se eles pensam
Um pensar conceitual
E amanhã, tudo, tudo, tão igual
Que não sei se ainda vale
Ler notícias de jornal
Eu vou fazer mesuras e partir
O velho já me fez, eu agora as devolvi
Te juro que farei mesuras para ti
Mas só quando chegar a minha vez



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