
Freud & Ana
GNR
Mão morta nem morta vai bater àquela porta
Que se lixe quem não dança
É o século vinte, é o sexo vintage
A nossa doença, a nossa militância
Há quem sofra de complexos e quem se queixe de SIDA
Mesmo de novas misturas em casais de pombos
E há cada vez mais novos combos
E até eletrochoques e outros mentais retoques
Querida, apareces-me em sonhos
Com penas de gato e muita comida
Que não te falte nada, mesmo assim vestida
A tua libido é mistura de desejo e bebida
Tomo a cabeça do bispo
Tu comes a cabeça da dama
Vendo-te o cavalo e empresto-te a torre
Mas quero saber quem me ataca
Atropelo um peão
Juro que ele não morre
Baby eu sei que ela não sente
Liebschen ele nem trabalha
Não come não sente
Já não se lembra quem é
Baby não sente não sabe quem é



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