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Rio Abaixo
Gragoatá
Os olho do meu nego são
Da cor do rio quando enche
São olhos de água funda
Água viva, água corrente
São olhos que vertem água
Ora tristes, ora contentes
São olhos misteriosos
A cor da água desses olhos
Mas que quando aflitos
Se por acaso me fitam
Me bastam e ficam
A me transparecer
E eu com as minhas águas rasas
Vou assim ficando clara
Deixando ver em minh'alma
O que eu queria esconder
E se num momento de fraqueza
Eu encaro com descaso
Não demora a correnteza
Vir me arrastando
Rio abaixo
Escrita por: Esther Martins / Fanner Horta. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Lilian. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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