
Samba-Enredo 1988 - Nosso Sinhô, Rei do Samba
GRES Império da Tijuca
Ressoam os atabaques
Para festejar
O centenário da escravatura
Que a Lei Áurea a princesa veio assinar
Em 1888 ôôô, quando o negro se libertou
Nascia nesta data
José Barbosa da Silva, "o Sinhô"
Seu nome correu fama
Pianista de real valor
Mas foi na cidade nova
Na casa da tia Ciata
Que sua estrela brilhou
Babalaôs
Babalorixás (bis)
Tem festa na aldeia
Tem batuque no congá
Na rua do Ouvidor
Sinhô, e o seu violão
Donga, Pinxinguinha
Um duelo constante na canção
Bahia, sua grande inspiração
Cronista sonoro da cidade onde nasceu
Suas músicas tornaram-se imortais
Que o meu Rio não esquecerá jamais
Jura, fala meu louro
Deus me livra das mulheres
Mas o homem com toda fortaleza
Desce da nobreza faz o que ela quer (bis)



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