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Mãe do Rio
Guerreiros Mura
Dança cirandeira
Não, não, não dá mole não
Requebra as cadeiras
E faz assim com a mão
Dança cirandeiro
Não, não, não dá mole não
Segue o ritmo da tocada
E sai do chão
Disseram que lá no Amazonas
Na terra das Amazonas
Tudo pode acontecer
O banzeiro invade a embarcação
Catinga de podre e pitiu
É boitatá, é boiuna, é assombração, é sucuriju
Seu Manelinho disse que já viu
O animal aparecer
É jibóia, é coral, é crendice, é tuluperê
Cobra-grande, a mãe do rio
Alaga até igara-açu
É sucuriju, é papagaio, arrepio, é boi-açu
Escrita por: Lurden Clay Monteiro / Paulo Roberto. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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