O Marinheiro e a Ana Rosa
Gustavo Brito
Atracou no cais do porto de Santos
De madrugada debaixo de nevoeiro
Ele trazia no convés
Sorriso e prantos guardados
E a saudade que bate no marinheiro
Navios, navios negreiros
Que há muito tempo
Só traziam prisioneiros
Navios, navios cargueiros
Que hoje levam coisas
Pelo mundo inteiro
O marinheiro Jaffar
Se apaixonou!
Por uma dama tão linda
Da beira do Cais
Seu nome é Ana Rosa
De fogo e paixão
Tão bela e aflita
Sensível vulcão
E bate, bate
Bate, bate um coração!
Do marinheiro!
E bate, bate
Bate, bate está paixão!
Pelo estrangeiro!
Quando a saudade bate
O marinheiro diz que vem
Passa pelos sete mares
Vem dizer meu bem
Vou ficar só mais um dia
Oh! Oh! Oh! Oh!
Sobre a garoa
Ela espera numa boa
O marinho voltar
Oh! Oh! Oh! Oh!
Sobre a garoa
Ela espera numa boa
O marinheiro Jaffar



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