O chão que meu pai me deu
Axé pro meu caminhar
Um jeito de encantar
Se faz refletir
Pois quando o espelho é bom
É um fardo que a gente leva
Abençoado seja o meu som
Que elava o meu dom na entrega

Tenho muita sorte em ter o samba como profissão
Pra são Jorge peço sempre em minha oração
Que nunca deixe desarmar
A minha harmonia

Que a minha voz venha do fundo do meu coração
Pra me guiar, pra me livrar
Pra não perder o tom
De cantar minha poesia

Tenho nome a zelar
Hoje sou o que sou
Vou levando a vida que o velho levou
Bom malandro não cai
E a história do pai não acabou

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