
Filhos do Silêncio
Hanno Freire
O pranto nasce do sul
O norte é azul
Filhos e netos esperam do mesmo pai
Algo me incomoda
A luz na mesma hora
O silêncio, às vezes, chega a gritar
O beijo da despedida
A chegada é mantida
E a dor chega pra machucar
Simples de vivência
E rico na docência
O som era apenas pra indicar
Que nós somos os mesmos, desejos
Prontos para atacar
A voz era sua, absurdamente
Você não quer e insiste em não tentar
Porquê é fácil demais
Frágil demais!
O mundo é todo seu
Onde você aprendeu?
A explicar seus problemas, calada
Para eu entender
E diz pra mim, o que é o amor?
Quem é o seu amor?
Por favor, fale baixo e espere a sua vez
Eu posso estar perto de ti
Mas prefiro não estar aí
Jogo o controle, em cima do sofá
E hoje, você percebeu
O que era certo e o que era meu
Não pergunte como vou estar, sei lá!
A minha voz tinha o poder de compreender
O seu silêncio, basta adormecer
A luz do fim do túnel acendeu
Somente paz, eu te desejo
Sem maldade ou desprezo
Pois de amor, sou eu!
Feito de amor, sou eu!



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