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Beloriceia

Helena Penna

Quando eu desembarquei
No seu porto inseguro
Me situei numa casa
Sem cerca e sem muro
Percorri
O seu corpo, cidade
Um vila pequena e ainda serena

E frequentei os seus bares
Infernos noturnos, salões de cinema
Naquele tempo você ainda era criança
E eu era um menino
As ilusões eram muitas
A vida era fácil e era fácil o destino
Acabou, transformou
Eu mudei, você mudou

Hoje no ônibus cheio
Na noite vazia
Olhando à janela lá fora
A concreta poesia
Percebi
Um festival de nome e cores

Nos postes e muros da aldeia
Uma pergunta me paira
No corpo e na mente estática e cheia
Belôricéia partida, sofrida

Na noite uma vida sem nada
Verso e reverso de planos rasgados
Jogados na beira da estrada
É assim, assim será
Não é o fim, nem vai findar

Escrita por: Ângelo Pinho e Jorge Fernando dos Santos. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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