O Corpo Das Horas
Iris de Guimarães
Na quebra da esquina
Um cego encontra os olhos
Das praças na palma da mão
Eu corro cada cena
Com o meu trocar de pernas
Seu nome riscando a visão
Arrisco a rua da tua casa
O inverno sobre os ombros passa
O meu olhar no vão das portas
Onde você mora?
A gravidade nos afoga
A engrenagem engole as horas
O seu espaço em mim mesmo
Ocupa um terço do avesso
Nos pares de grades do quarteirão
Em noites mortas
Vestindo minha ilusão
Você volta
O seu espaço em mim mesmo
Ocupa um terço do avesso
A engrenagem engole as horas
Onde você mora
O seu espaço em mim mesmo
Ocupa um terço do avesso
No meu olhar no vão das portas
Quem sabe você volta



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