Inteiro
Ivaldo Correia
As mãos ainda abertas
Uma espera que não terminou
Não sei se valeu ou se vale
Esse caso que só maltratou
O coração calejado, é um sofrimento incomum
Dizendo que ama
Levando pra lama e não se afundar junto
Vai! Eu já fechei meus braços
Você caiu em si
Aprendi sobre o valor que a negativa tem
Melhor se acostumar que o sim nem sempre vem
Humano, falho, penso os amores que amei
É de inteiro co inteiro que o par se casa bem
Nem só de amor resiste lutar contra a correnteza
Se adianta pega o pique, não é sobre beleza
Há bens que vêm para o mal
Há males que vêm para o bem
Não insista, reflita!
Parar é nobre também
Meu papo é um verso embolado tá aí
Não é balela ter cuidado
Com o que o outro pode ouvir
Se te quero, me jogo, me lanço
Precipício não tô nem aí, mas se não tiver amor
Não se afunda junto



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