
Flor Madrugueira
Jairo Lambari Fernandes
FLOR MADRUGUEIRA
Noites grandes campos largos
E um amargo pra os recuerdos
Sombras grandes no arvoredo
Luar bebendo canhar
Onde a flor da madrugada, esperei por mais de ano
Vem sorver meus desenganos num mate pra minha amada
E a luz que vem lá do céu e traz envolta num véu
Pra matear na noite calma
Meus olhos buscam a ternura
Da face morena e pura luzindo a paz da tua alma
Mesmo num banco vazio
Teus olhos claros de rio
Trazem a paz que mereço por amar quem já partiu
A saudade é como um frio que encaranga corpo e alma
E quando vem nos traz a calma ao meu semblante sombrio
E neste sonho acordado, te sinto flor madrugueira
Abrindo as minhas porteiras pra afogar a solidão
No silencio do galpão
Entre a paz do teu aceno
Choram dois olhos morenos
Pra dor de um só coração
Naquela tarde sombria
Eu sentia a dor de tantos
Que plantam no campo santo
Mais que um pedaço de si
Me ajoelho pensando em ti
Numa prece frente a cruz
Que Deus te de paz e luz
E acalme um pouco meu pranto
E a luz que vem lá do céu e traz envolta num véu
Pra matear na noite calma
Meus olhos buscam a ternura
Da face morena e pura luzindo a paz da tua alma
Mesmo num banco vazio
Teus olhos claros de rio
Trazem a paz que mereço por amar quem já partiu
A saudade é como um frio que encaranga corpo e alma
E quando vem nos traz a calma ao meu semblante sombrio
E neste sonho acordado, te sinto flor madrugueira
Abrindo as minhas porteiras pra afogar a solidão
No silencio do galpão
Entre a paz do teu aceno
Choram dois olhos morenos
Pra dor de um só coração
Pra dor de um só coração



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