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Singrando essas águas vai o coração
Feito um barco frágil sem direção
Morrer de sede não é o fim,
Matar a sede sim...
Meus sonhos trazem velas nesta solidão
Náufragos do medo, fogo da paixão
Quando se perde a luz do farol, a nau se perde...

A luz que vem dos olhos guia a embarcação
Que anda à deriva sem tripulação, só meu coração
Os sonhos e as canções que guardei pra ti
No breu das inquietudes eu sobrevivi, quase morri...

Refrão
Só me resta navegar...
Nestes mares do silêncio, navegar.
Navegar, teu olhar...
No negror destas retinas,
Flor do mar, doce menina
Em teu corpo navegar

A estibordo a tempestade enlouquece o mar
Mas eu pago o preço que me cobrar
A bombordo os meus olhos trazem calmarias
Na leveza dos braços de quem eu queria

Há recifes e corais nos mares do amor
Rota insana, marca de mágoa e de dor
Pra um navegador.
A lágrima que um dia se juntou ao mar
Levou os meus segredos para te contar
Se te encontrar...

Refrão

Escrita por: Jairo Lambari Fernandes. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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