
Poncho Solidão
Jairo Lambari Fernandes
Hoi galito vento reiuno que vem se trompa na quincha
Deste rancho renegado donde habita a solidão
E no mate algum galpão solito amargando espera
Que esta flor da primavera plantou no meu coração
Por que as noites se alongam, quando o catre está tapera?
Porque o silêncio murmura, quando me encontro na espera?
Campos onde o alambre faz divisa
E o vento avisa a solidão que se fez rancho
Olhar cansada de rondar pelas estradas
A tua chegada que se fez sonho carancho
A noite bate e a solidão lava o mate
E eu me encarango sem teu poncho solidão
Andar sozinho é ter silêncio por tapera
Que a alma bugra fez vazio o meu coração
Quando a tarde engole o dia e a lida não vai se findar
Galopeio rumo ao rancho na espera que a minha linda
Num olhar de boas vindas me alcançasse um mate novo
Me paro e me dou por conta que estou sonhando de novo



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