Botecoterapia
Jardel Nascimento
Tomando uma no boteco
Presenciei tal situação
Maneco deu um peteleco
Nas orelhas de abano do João
João entornou o caneco
Queria partir pra agressão
Falei: tu ta um cacareco
Segura tua onda, não faz isso não
Faz isso não, faz não
Faz isso não
Suspende o álcool
Engole esse sapo
Agüenta o rojão
Boteco é corte de malandro
Malandro não gosta de complicação
Não arma intriga, meandro
Tem estirpe nobre e bom coração
Pois bem, o malandro risonho
Caiu numa provocação
Seu semblante de alegre a tristonho
Ofendeu nega minha eu não dou meu perdão
Faz isso não, faz não
Faz isso não
Suspende o álcool
Engole esse sapo
Agüenta o rojão
Quem não agüenta bebe leite
Boteco ambiente que atrai o bebum
Amizade sem enfeite
Nasce em mesa de bar, isso é senso comum
Tem que ter cerveja gelada
Carne de panela, torresmo e aipim
Cantoria até de madrugada
Malandro é malandro e leva a vida assim
Eu vivo assim, assim
Eu vivo assim
Suspende o álcool
Engole esse trago
E põe mais um pra mim



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