O Boiadeiro
João Bosco do Nordeste
Não amanheceu, e o boiadeiro leva a boiada
De mato adentro, pelo relento
Como folhas, que vão no vento
Vão deslizando pelos vales do sertão
Não amanheceu, e o boiadeiro pela caatinga
Chapéu quebrado, poeira muita, e o sofrimento, enfrenta e vê
Canta um lamento, aboiando o seu viver
Vai boiada, vai ligeiro, pelo rumo do sertão
E com ela um brasileiro, vai cumprir sua missão
E numa tarde, no fim de dia, vai se cumprindo, a profecia
Rosto sofrido, cavalo sente, volta cansado, no Sol a pino
Depois de dias, vai chegando, ao seu destino. Ao seu destino
Em sua casa, sua família na longa espera
Cachorro late, lá no terreiro, e a sua amada, quer dar apoio
Abre a janela, vai ouvindo um lindo aboio. Um lindo aboio
Vai boiada, vai ligeiro, pelo rumo do sertão
E com ela um brasileiro, vai cumprir sua missão



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