
Ciranda
João Bosco Tavares
No laço amarelo da saia rodada
Na porta aberta de frente pra’ mar
No riso perdido da linda donzela
Na réstia dourada do sol a brilhar
Na roda, ciranda, cabelo ao luar
Na linha da pipa que paira pra’ ar
No fecho da lenha fogueira arde
Na curva do mundo a vida girar
No circo o riso daquele palhaço
No trilho que leva pra’ uma estação
Na água fresquinha que molha o rosto
Na tarde a morena fazendo canção
Na vida que passa e deixa saudade
Na dor que engole nosso coração
No afeto que surgi de um simples abraço
No beijo molhado em qualquer estação
Vou girar em volta do mundo
Vou sentar na nossa estação
Vou beijar a linda donzela.
De boca vermelha gosto de hortelã.



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