Na Veia do Morro
João Grillo
O samba é feito o sangue
Corre na veia do morro
O samba é feito o sangue
Corre na veia do morro
Acorda, desce pra trabalhar
É madrugada
Faz sinal pra lotada, na vaga apertada, pedindo licença vai se acomodar
Segue rumo a empreitada a viagem é longa e lhe faz lembrar
Da velha batucada e da rapaziada na mesa do bar
Sabe como a vida é dura e também como se cura esse seu penar
O sorriso da mulata quando entra na roda lhe faz lembrar
O samba é feito o sangue
Corre na veia do morro
O samba é feito o sangue
Corre na veia do morro
Um cavaco
Um pandeiro e um tantan
Leva a viola
Tamborim na batida é roda reunida
Eu canto meu samba até quando aguentar
Na subida tortuosa meus passos já sabem onde vou chegar
Deixo meu corpo sambando, nas curvas da estrada conheço meu lar
Uma caixinha vazia, dois dedos por cima tentando sambar
E só me resta no peito alegria, cansaço e um palpitar no compasso do
Samba é feito o sangue
Corre na veia do morro
O samba é feito o sangue
Corre na veia do morro



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