
Chinoca Teimosa
João Luiz Corrêa
Sempre que pego uma estrada
Que já me fez andarilho
O meu coração potrilho
Vai sofrenando ansiedades
Nem mesmo o calor da tarde
Aquece o frio que sufoca
Da saudade da chinoca
Que se cambiou pra cidade
Até meu pingo estradeiro
Parece entender meu mundo
Insistir em pegar o rumo
Onde vai meu pensamento
Buscar no gemer do vento
Aquela voz tão serena
E o encanto da morena
Que trago atado nos tentos
Refrão
Eu sei que serei sementes no seu caminho
Regadas por seus carinhos
E luzes pra o seu olhar
Quando a lembrança bater cancela, lá na cidade
Pela estrada desta saudade
Minha chinoca vai retornar



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