
Desgoverno
João nas Nuvens
Murro contra a porta, tanta força bruta, pouca opinião
Grito sem protesto, morte sem pretexto, ira sem razão
Essa oposição forjada na mentira
Essa oposição criada pela ira
Essa oposição, oposta a tua veia lírica
Brasil, estás nas mãos e no prato
De um reformado capitão do mato, de um reformado capitão do mato
Arma de brinquedo, morte em segredo, não há compaixão
Dogma absoluto, filhos vis e brutos, pais sem compreensão
Essa situação forja na mentira
Essa situação criada pela ira
Essa situação oposta a tua veia lírica
Brasil, estás nas mãos e no prato
De um concreto desgoverno abstrato, de um concreto desgoverno abstrato
Brasil, estas à deriva, barcos sem cais, condução coercitiva
Brasil, estás em carne viva, em manutenção, em busca de entropia negativa
Brasil, estás em reflexão qualitativa, em busca de paz, do fim da tirania obsessiva
Ó Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar
O Brasil do meu amor
Terra de nosso Senhor
Brasil, pra mim, pra mim, Brasil
Brasil, pra nós, Brasil
Pra nós, Brasil



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