Brasil Caboclo
Joel de Castro
Senhor
Eu rezei pra chover
No meu sertão
Pra não morrer a plantação
Esse braço forte
Mente cheia de esperança
É o meu Brasil
Caboclo meigo, impávido, vibrante
Gigante é meu Brasil
(E os bandeirantes)
Desbravando matas virgens
Arando, plantando
Arrancando o progresso do chão
Repentista na viola
Canta em prosa o que vem do coração
Ô mineiro, seringueiro, lavrador
Boiadeiro, que tange o gado pro senhor
As magias e crendices
Os mitos cultuados em rituais
As danças que enriquecem o folclore
As lendas sobrenaturais
Jangadeiro
Joga a jangada no mar
Hoje é dia de festa
Vamos louvar Iemanjá



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