
Á Beira do Fogo
Jorge Dornelles
Campereio o tempo olhando o braseiro
magia que não dá para entender
relembro estórias e antigos amores
que a labareda não deixa esquecer...
Um cusco parceiro amoitado num canto
me olha com espanto como a adivinhar
que o clarão do fogo reflete a saudade
que eu não consigo nunca disfarçar...
Um rosnado baixo quebra o silêncio
como se fosse pra me consolar
pois não vale a pena sofrer por aquele
amor que partiu pra nunca mais voltar!
Meu suspiro serve como um desabafo
e os tições afasto para diminuir
aquela saudade que ainda está em brasa
que vai virar cinzas logo que eu dormir...
Adulando o fogo pra atiçar lembranças,
tomo um trago forte pra espantar o frio,
acendo um palheiro defumando a vida,
dedilho cantigas que o violão pariu.
com um ru



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