
Tordilho Vinagre
Jorge Guedes e Família
Quando se doma um Tordilho
Só existem dois caminhos
Ou se faz dele um amigo
Com paciência e com carinho
De outro, modo é cascavel
Batendo o guizo no ninho
Quando encilho o meu Tordilho
A cincha no osso do peito
Enfrenado em lua certa
E arrocinado a preceito
Qualquer rancho é um postal
Com ele no parapeito
Qualquer rancho é um postal
Com ele no parapeito
Nas festas da gauchada
Emprestado da fazenda
Seu trote é um voo de garça
Ao selim que fez legenda
Tosado de cogotilho
Para o andar de uma prenda
Dizem que o mar é um Tordilho
Se não é, quem dera fosse
Quando um raio se despenca
É um Baio que desgarrou-se
Pois meu Tordilho Vinagre
Nasceu do vinho mais doce
Pois meu Tordilho Vinagre
Nasceu do vinho mais doce
Sendo de pêlo Tordilho
Não existe outro regalo
Melhor ponteiro de tropa
Um peão tá de a cavalo
Engolindo os horizontes
Assim, me gusta de olhá-lo
Enquanto o verso gaúcho
Cantar pingo nos lombilhos
Esses parceiros de lida
Legado de pai pra filho
Segue o Rio Grande a cavalo
Sobre o lombo de um Tordilho
Segue o Rio Grande a cavalo
Sobre o lombo de um Tordilho
Segue o Rio Grande a cavalo
Sobre o lombo de um Tordilho



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