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Gárgulas da Inveja

Juliana Bumbeer

Quando a tua alegria mais parece me consumir
Meus olhos engordam, desejando o que é de ti

Nas gárgulas do inferno vou tecer tua destruição
Não quero que tu tenhas, tua presença é perturbação

Eu pego o que é teu
E digo que é meu

Invejo o teu ser que não tenho no eu
Vou me comparar, me amargurar nesta dor

Espelho, espelho meu! Por que ela e não eu?
Espelho, espelho meu! Por que ela e não eu?

Minha língua venenosa vai tentar te desgraçar
Carimbando sepulcros, contra ti se levantar

Mas deste sentimento me escondo e vou negar
No espelho desta inveja invejoso vou te julgar

O invejoso é você
Que quer tudo que é meu
Imagine, inveja nunca me ocorreu

Porém novamente vou neste espelho me encarar
Maldito espelho meu! Por que ela e não eu?

Por que ela e não eu, isto deveria ser meu!
Ai, que inveja!


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